sexta-feira, 28 de junho de 2013

Plano de Aula sobre Potenciação

Conteúdo: Potenciação.

Ano de Ensino: 6º ano/ 5ª série do Ensino Fundamental.

Tema: representação de potência.

Introdução: começar a aula com uma atividade prática com folha de sulfite em formato de um quadrado. Nesta folha serão feitas dobras que auxiliarão na introdução do conteúdo de potência.

Objetivo:
- escrever produtos de fatores iguais na forma de potência, identificando base e expoente;
- ler e calcular potência.
- resolver expressões numéricas envolvendo a potenciação

Justificativa:
- resolver problemas de contagem utilizando o conceito de potência.
- simplificar a forma fatorada do número.

Material e Recursos Tecnológicos: filme “Alice no país das maravilhas”, televisão, aparelho DVD, livro didático, lousa, giz, currículo do Estado de São Paulo e folha de sulfite.

Estratégia que conduza ao objetivo:
1ª etapa: Atividade prática com folha de sulfite no formato de um quadrado para determinar potência através da quantidade de dobras feitas na mesma.

Descrição da atividade: Pegue uma folha de sulfite e recorte-a para que fique com o formato de um quadrado. Faremos diversas dobras nesta folha quadrada, conforme a figura abaixo.

 e registraremos as observações na tabela abaixo:


Orientar os alunos para que procedam da seguinte forma:
                    * Mostrar que sem nenhuma dobra temos apenas uma figura, veja no quadro abaixo. Pedir para que registrem esta informação na tabela.
                    * Em seguida, pedir que façam a primeira dobra e em seguida, desfaçam a dobra e observem as figuras formadas.
                    * Pedir que refaçam a dobra feita anteriormente, e em seguida, faça mais uma dobra. Pedir que desfaçam as dobras e observem as figuras formadas e registrem na tabela.
               Após algumas dobras, deveremos ter uma tabela conforme abaixo:

 Após alguns registros na tabela, fazer alguns questionamentos aos alunos. Por exemplo: 
                    • Da primeira dobra para a segunda que a operação matemática ocorrida?
                    • E da segunda para a terceira dobra?
                    • E da terceira para a quarta?

2ª etapa: apresentar o recorte do filme “Alice no país das maravilhas” que apresenta o problema a “dívida dos grãos de trigo”. Tal problema pode ser resolvido através de potenciação.

3ª etapa: definir o que é base e expoente, apresentando a potencia como multiplicação de fatores iguais.

4ª etapa: trabalhar com exercício e situações problema.

Avaliação: será feita de forma contínua, através do trabalho prático observando a aprendizagem de cada aluno, e a partir dos questionamentos levantados sobre o filme. Além disso, será aplicada uma prova englobando os conceitos envolvidos.

Atividades de Recuperação: será feita apenas com os alunos que não atingiram as competências e habilidades propostas, através de retomada de conteúdo, resolução de exercícios e uma nova avaliação.

Bibliografia: Currículo do Estado de São Paulo.

 Livro “Conquista da Matemática – 7º ano” 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

PLANO DE ENSINO - MÓDULO 3

                                        PLANO DE AULA

TEMA: NÚMEROS INTEIROS

OBJETIVOS:
- Introduzir o conceito de números inteiros negativos;
- Identificar e compreender o uso dos números negativos em situações do cotidiano;
- Solucionar situações-problema que envolvam números negativos, utilizando-se de diferentes estratégias de resolução.

CONTEÚDOS:
- Números negativos (conceito)
- Representação dos números negativos

ANO : 7° ano

TEMPO ESTIMADO:  4 aulas

PROCEDIMENTO METODOLÓGICO:
Proponha aos alunos a seguinte situação: 

Um termômetro foi colocado na cidade de Campos do Jordão e marcou dez graus acima de zero durante o dia e um grau abaixo de zero durante a noite. Como posso representar as temperaturas registradas nesta cidade, utilizando símbolos e algarismos matemáticos?.

Com essa situação, pretende-se que os alunos discutam e utilizem os conhecimentos que possuem em sua experiência cotidiana (ao ver noticiários, previsões do tempo, jornais, etc.) e verifiquem a necessidade da utilização dos símbolos matemáticos + (para números positivos) e - (para números negativos). Ou seja, trata-se de um levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos sobre a utilização dos números negativos.
Durante a discussão entre os alunos, circule pela classe, observando como estão resolvendo a questão, tomando cuidado para não dar pistas, de modo que os alunos façam a atividade utilizando seus próprios recursos.
Após a discussão nos grupos, o professor abrirá a discussão entre todos os alunos, solicitando que cada grupo diga a forma de representação que utilizou. O professor então anotará as representações no quadro e em seguida discutirá com a classe qual seria a forma mais adequada.

Possível forma de representação das temperaturas:
Durante o dia: 10º
Durante a noite: - 1º

 Pesquisa e troca de informações entre os alunos
O professor pedirá para que os alunos (em grupos) pesquisem em jornais e revistas outras situações de utilização dos números negativos.

Após a pesquisa, os alunos deverão registrar através de colagem ou ilustração em cartolina, as situações pesquisadas.

Em seguida, cada grupo apresentará para a classe o resultado de sua pesquisa e explicará a utilização dos números negativos em cada situação.

Exemplos de situações que podem ser selecionadas pelos alunos: manchetes indicando queda na bolsa de valores, tabelas ou gráficos que contenham números negativos, etc.

Pretende-se com esta atividade que os alunos se familiarizem com as utilizações dos números negativos. Em caso de os alunos não conseguirem explicar a utilização, o professor deve auxiliar para facilitar o entendimento.

 Resolução de problemas individualmente
O professor irá propor situações-problema a serem resolvidas utilizando a representação dos números negativos.

Exemplo de situação-problema:
Imagine que uma pessoa tem R$500,00 depositados em um banco e faça sucessivos saques:
1º saque: R$200,00
2º saque: R$100,00
3º saque: R$300,00
Qual o saldo no banco dessa pessoa após os saques?.

Possíveis soluções para esta situação-problema:
- Descontar ou contar pra trás. Isto é, ir diminuindo a cada saque: após o primeiro saque restam R$300,00 na conta, após o segundo saque restam R$200,00 na conta e após o terceiro saque, o saldo fica negativo em R$100,00. Ou seja, o saldo no bando será de R$100,00.


Atividade de sistematização 
1º momento: Discussão com a classe:

O professor fará a seguinte pergunta para a classe: De acordo com as atividades desenvolvidas até agora, os números naturais (inteiros positivos) são suficientes para expressar todas as situações do cotidiano? Dê exemplos.

Espera-se que os alunos já tenham percebido que os números naturais não são suficientes para expressar algumas situações do cotidiano, sendo necessário então o uso dos números com sinais (inteiros positivos e inteiros negativos). Como exemplo, os alunos podem citar o termômetro (que pode marcar temperaturas positivas, acima de zero, ou negativas, abaixo de zero).

O professor explicará que o conjunto dos números positivos e negativos é chamado de Conjunto dos Números Inteiros (Z).

2º momento: Atividade prática:

Após a discussão, proponha aos alunos a seguinte atividade:

Desenhe um termômetro e represente nele as temperaturas registradas nas cidades:
a) Aracaju: 20°C
b) Campos do Jordão: -5°C
c) São Paulo: 15°C

Espera-se que os alunos percebam que, tendo como origem a temperatura 0°C, o termômetro registra acima de 0°C as temperaturas positivas e abaixo de 0°C as temperaturas negativas.



AVALIAÇÃO

A avaliação será feita através de resolução de situações problemas.



sexta-feira, 14 de junho de 2013


Francisca Destro da Silva

Professora de matemática – EE Fernando Costa – Presidente Prudente

 

 

Plano de aulas: Números Racionais

● Um mapa que tem tudo não serve para nada

É impossível ter um mapeamento de atividades que envolvem as competências

● Um mapa não é a realidade

A realidade traduzida para a sala de aula torna-se impossível de praticá-la, pois teríamos que levar tudo sobre o assunto que estaríamos tratando.

● Entre ter tudo e ter nada está a competência de querer mapear

Mapear com sistemas de projeção, idealizando as idéias de forma consecutiva para o aprendizado do aluno.

 

Plano de aula: Números Racionais

Conteúdo e Temas: Representação de números decimais, valor posicional, estrutura do ábaco e números decimais e frações decimais.

Competências e Habilidades: as representações um número na forma decimal; compreender a estrutura do sistema de numeração decimal.

Representar um número decimal a parti de sua nomeação em língua materna e língua mista.

Reconhecer a notação decimal e as frações decimais e transformar decimais em frações decimais e vice-versa.

Estratégia: Utilização do Soroban para explorar a representação de um número decimal e facilitar a compreensão do valor posicional de cada algarismo.

Usar da linguagem mista (materna e matemática) para dar significado à representação.

Tempo previsto – 2 semanas

(Caderno do aluno 5ª série V2)

Situação de aprendizagem 1 e 2

 

 

Conteúdo e Temas: Frações e números racionais;

Decimais exatos ou finitos e as dízimas periódicas;

Fração geratriz de uma dízima;

Reconhecimento de dízimas a partir da fração irredutível;

Localização de números racionais na reta numérica.

Competência e Habilidade (H1 e H2): Compreender o campo dos números racionais como composto por números cuja representação decimal pode ser finita ou infinita ou periódica;

Reconhecer as condições que fazem com que uma razão entre inteiros expresse uma dízima periódica, um decimal exato ou um número inteiro;

Localizar e identificar números racionais

Estratégia: Análise de dados, construção e análise de tabelas e gráficos, uso de calculadoras;

Explorar as representações fracionais e decimais

Tempo previsto: 3 semanas

Caderno do aluno (7ª série V1)

Situação de aprendizagem 2

Conteúdo e Temas: Operações com racionais e problemas – adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação.

Competência e Habilidades: Efetuar cálculos que envolvem operações com números racionais (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação, expoentes inteiros e radiciação)

Resolver problemas com números racionais que envolvam as operações: adição, subtração, multiplicação; divisão, potenciação e radiciação.

Estratégia: Resolução de situações- problemas: uso de figuras (barras particionadas);

Efetuar cálculos e resolver problemas com números racionais (adição, subtração, multiplicação, potenciação e radiciação.

Exploração, resolução e divisão de situações-problemas com números racionais

Tempo previsto: 8 semanas

(Caderno do aluno 6ª série e livro didático)

 

 

Conteúdo e Temas: Fração equivalente, relação entre fração e decimal, novos significativos para a fração;

Porcentagem

Competência e Habilidades: Identificar fração como representação que pode estar associado a diferentes significados;

Resolver problemas que envolva porcentagem

Estratégia: Envolver situações-problemas contextualizados, bem como situação mais complexas envolvendo a compra e a venda de produtos, a comparação de quantidades em problemas que requeiram a equivalência entre uma fração ordinária simples e uma porcentagem.

Tempo previsto: 4 semanas

(Caderno do aluno 6ª série – V2 e livro didático)

 

Metodologia

As aulas serão ministradas através de leituras de textos do caderno do aluno ou retiradas do livro didático com aulas expositivas e explicativas e dirigidas.

 

Recursos didáticos

Caderno  do aluno, livros didáticos, projetor de slides e jogos educacionais sobre os números racionais.

 

Avaliação

Os alunos serão avaliados quanto a participação e ao desempenho nas atividades nos exercícios resolvidos em sala de aula e extra-classe e nos trabalhos realizados individuais ou em grupo.

 

 

 

 

domingo, 9 de junho de 2013

História da Matemática

A Linguagem do Universo

Ao infinito e além

Os gênios do Oriente

A História dos Números Primos


História do Número 1

Uma sugestão para as aulas de Matemática



Depoimento sobre a competência leitora e escritora

Depoimento de Gabriela Barbosa.

O desenvolvimento da competência leitora e escritora é muito importante para interpretar o que estamos lendo. Em matemática, muitos alunos não sabem resolver situações problemas, pois não sabem interpretar os enunciados, estão sempre perguntando “O que é para fazer?”.
Com os depoimentos dos meus colegas, comecei a pensar: “O que seriam atividades de leitura eficazes em uma aula de Matemática para potencializar as habilidades de leitura dos estudantes?”. Fui pesquisar e percebi que primeiro eu tenho que saber alguns pontos sobre a leitura. Fazer uma leitura não é um ato mecânico de decifração em que apenas são codificados sinais gráficos. Ler, portanto, implica compreender o que é expresso pela linguagem e, dessa forma, entrar em comunicação com o autor.
A leitura, hoje, é vista não mais como um processo de pronunciar o texto, mas como uma atividade complexa que envolve raciocínio, ou seja, ler é compreender. A leitura é um processo interativo e construtivo.

Nas aulas de matemática o professor pode pedir para os alunos criar jogos matemáticos, elaborar as questões-desafio, o manual de instruções, as regras do jogo. Enfim, o professor tem vários recursos que se forem bem conduzidos levarão o aluno a maior compreensão na leitura e na escrita.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Depoimento da Leitura e da Escrita

Quando criança não tive muitas oportunidades da leitura, só quando na minha adolescencia, durante o Ensimo Médio lia muito e principalmente quando estava me preparando para o vestibular, li todos os livros indicados e depois para ler os livros que eu acho interessante, historias da matematica e para ajudar nas aulas e despertar o interesse da leitura dos alunos, dizendo sempre quem lê vai saber também escrever. Tudo começa em nós mesmos o gosto da leitura e de escrita para reflitir em nossos filhos e nossos alunos.

Francisca Destro da Silva

Depoimento

   A leitura fez parte da minha vida quando estudante , durante este período eu adorava ler , sempre que podia comprava livros  de romances e na escola eu gostava principalmente das aulas de literatura,  porque minha professora pedia para eu fazer uma dissertação sobre o conteúdo e também dos livros indicados pelo professor para ler .Durante a infância das minhas filhas costumava  ler para elas historias.Hoje porem pela falta de tempo já não lei como antes,somente o necessário,jornal e livros didáticos para preparar minhas aulas.

Perfil

Sou professora Gessilda ,atualmente trabalho na Escola EE. Fernando Costa com 7° anos.Sou formada pela Unoeste desde 1986 e desde então leciono na rede estadual.

Relato sobre a Leitura e a Escrita em minha Vida


Fui buscar em minhas recordações onde estaria a sementinha que me fez gostar tanto de ler, escrever e viajar em minhas leituras... Sempre soube da poderosa influência da minha mãe na minha vida e de toda a família. Foi a primeira a estudar, sendo a caçula de 9 irmãos, lá em 1945. Pensa!!! A primeira, mulher, a saber ler e escrever e a inspirar a sede de conhecimento a sua volta e pelas próximas gerações! E que história linda de vida para conseguir prosseguir nos estudos para ser... professora! “Primária” e depois, de matemática no “ginásio”. Sempre a vi estudando, lendo... foi um exemplo incrível.
Mas, nesta releitura de minha vida, percebi-me com os olhos e o coração embargados de emoção: redescobri meu pai!
Meu pai tinha apenas a 4ª série primária, sem muito jeito para ler ou escrever. Mas tinha uma voz maravilhosa e vivia cantando e isso me marcou muito! Minha infância foi repleta de canções. As canções de antigamente eram em sua maioria histórias de vida, de amores incríveis  de finais felizes ou não, descrevia lugares, pessoas, sentimentos, falava da natureza, de família, de profissões... tanta coisa que nos levava não só a ouvir ou cantar, mas a pensar e sentir só de ouví-lo cantar e declamar. Comecei então a colecionar letras de músicas e poesias.
Sabe, não tinha relacionado as músicas que tanto amo como parceiras do meu gosto por ler e escrever!
Lembro-me dos livros da Coleção Vagalume, do livro “A Terra é Azul” e do “Meu Pé de Laranja Lima”. Chorei por dias quando os li, na 1ª, na2ª vez...

Pensava em ser escritora como minha chará “Ivani Ribeiro”. Adorava fazer versos e as redações da escola até que um dia meu professor da 6ª série a leu em voz alta na sala de aula e disse categoricamente que aquela redação estava muito boa para ser minha... e me desclassificou do concurso da classe. Jamais esquecerei isso. Hoje ainda leio bastante, mas já não escrevo mais. As vezes faço letras de músicas ou de paródias para incrementar algumas aulas e me aproximar de alguns alunos “trabalhosos”.

Depoimento sobre Leitura e Escrita

Lendo e ouvindo os depoimentos publicados, me recordo muito da minha primeira professora, na verdade não foi a primeira, mas foi a que deixou marcas. Esteve presente durante 3 anos,  1ª, 2ª e 3ª séries.  Fui alfabetizada por ela, lembro-me que sempre ganhava kits de livros infantis no final de cada ano por ser boa aluna. Acho que a partir desse momento aprendi a gostar de ler.

A leitura até hoje me faz viajar e minha imaginação vai longe. Na adolescência lia mais, acho que por conta do tempo, mas ainda faço sempre um esforço para ler algo que me dê prazer.

Já com relação a escrita sempre foi o contrário, tinha, ou melhor, tenho uma  dificuldade de expor no papel minhas idéias , minhas conclusões, enfim,  escrever não é meu forte, apesar de me esforçar para isso por necessidade. Acredito que a cada estudo, minha competência escritora vai se transformando. Por isso concordo com essas iniciativas da SEE, em promover experiências como esta que estamos tendo, já que se tornou necessário  um melhor desenvolvimento da competência leitora e escritora.

Quem somos

                                           
                                                     
Sou  LUCIANA MOREIRA MACHADO
Professora formada em licenciatura em Matemática  pela Unesp de Presidente Prudente em 1998, desde então lecionando na rede estadual.
Sou casada há quase 5 anos e mãe do Rafael  de 2 anos e  8 meses.
Atualmente trabalho na E.E. Prof Hugo Miele em Presidente Prudente. 


Sou Francisca Destro da Silva, formada em matemática pela UNESP de Presidente Prudente. Dou aula de matemática para o 9º ano e Ensino Médio na escola E.E.Fernando Costa em Presidente Prudente.

Poesia: O limite do Amor
O nosso amor tende a infinito.
Ele é indeterminável.
Nunca se acha o seu real valor.
Sempre mostra-se imensurável.
Por mais que o procures com amor.
Assim nunca terminas.
Matemática que te indeterminas.

 Autor: Elísio Sousa Macia

Blog Mais Matemática

Francisca Destro da Silva

Poesia: A Matemática é Tudo

Num mundo de enigmas
Há mistérios a serem desvendados...
Somente um
olhar minucioso
Revela
a quantidade;
a distância;
o tempo;
as formas;
as cores;
que nos envolvem a cada instante
fazendo da vida
um cálculo constante...
Irani Henriques

Poesia: Círculo Vicioso

A cada dia busco
Somar conhecimentos
Não há razão
Para nenhum dividendo
Alto volume de dúvidas
E uma certeza
De que a matemática
É mesmo a minha área
Prisma, eu e uma incógnita
Triângulo amoroso
Nada que o tempo
Não resolva
A base de um preconceito
Em função da preguiça
De que a matéria é difícil
Círculo vicioso
Nada de complexo
Só mesmo lógicas fáceis
Essa é a Real
Pertencente à linguagem
Tenho um primo
Que não faz contas
Acaba gastando
Toda minha pena.
Guilherme Brescia

Frases...

Não basta ensinar ao homem uma especialidade. Porque se tornará assim uma máquina utilizável, mas não uma personalidade. É necessário que se adquira um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto. A não ser assim, ele se assemelhará, com seus conhecimentos profissionais, mais a um cão ensinado do que uma criatura harmoniosamente desenvolvida. Deve aprender a compreender as motivações dos homens, suas quimeras e suas angústias para determinar com exatidão seu lugar exato em relação a seus próximos e à comunidade. Os excessos do sistema de competição e de especialização prematura, sob o falacioso pretexto da eficácia, assassinam o espírito, impossibilitam qualquer vida cultural e chegam a suprimir os progressos nas ciências do futuro. É preciso, enfim, tendo em vista a realização de uma educação perfeita, desenvolver o espírito crítico na inteligência do jovem.
(Einstein)


"Jamais considere seus estudos como uma obrigação, mas como uma oportunidade invejável para aprender a conhecer a influência libertadora da beleza do reino do espírito, para seu próprio prazer pessoal e para proveito da comunidade à qual seu futuro trabalho pertencer."
(Einstein)

“O pensamento lógico pode levar você, de A a B, mas a imaginação te leva a qualquer parte do Universo”.
(Einstein)

Postado por Lilian Cristina Orlando Ricci

Competência leitora e escritora

Depoimento da Lilian Cristina Orlando Ricci


“(...) As palavras não nascem amarradas, elas saltam, se beijam, se dissolvem, no céu livre por vezes um desenho, são puras, largas, autênticas, indevassáveis”. 
(Carlos Drummond de Andrade)

A leitura e a escrita sempre estiveram presentes em minha vida. Não consigo me reportar a um fato de maior relevância. Alfabetizei-me na idade regular e sempre tive experiências positivas com a leitura e a escrita. Sempre gostei de leituras e curiosidades voltadas para a Matemática, Ciências e Biologia. Este universo, isto é, o mundo em que vivemos sempre me fascinou. Gosto muito de ler, mas lamento não ter tempo para escrever como muitas vezes gostaria. Asim, procuro sempre incentivar meus alunos com propostas de leitura e escrita dentro da Matemática. Acredito que competências leitoras e escritoras devem permear todo o ensino de uma pessoa, garantindo-lhe os Direitos a todas as Aprendizagens.

 “Um bom ensino da Matemática, forma melhores hábitos de pensamento e habilita o indivíduo a usar melhor a sua inteligência”.


(Irene de Albuquerque)

Poema: O quociente e a incógnita


"Às folhas tantas do livro de matemática,
um quociente apaixonou-se um dia doidamente por uma incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável e viu-a, do ápice à base.
Uma figura ímpar olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo ortogonal, seios esferóides. Fez da sua uma vida paralela a dela até que se encontraram no infinito.
"Quem és tu?" - indagou ele com ânsia radical.
"Eu sou a soma dos quadrados dos catetos,
mas pode me chamar de hipotenusa".
E de falarem descobriram que eram o que, em aritmética,
corresponde a almas irmãs, primos entre-si.
E assim se amaram ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação traçando ao sabor do momento e da paixão retas,
curvas, círculos e linhas senoidais.
Nos jardins da quarta dimensão,
escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas
e os exegetas do universo finito.
Romperam convenções Newtonianas e Pitagóricas e, enfim,
resolveram se casar, constituir um lar mais que um lar,
uma perpendicular.
Convidaram os padrinhos:
o poliedro e a bissetriz, e fizeram os planos, equações e diagramas para o futuro,
sonhando com uma felicicdade integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones muito engraçadinhos
e foram felizes até aquele dia em que tudo, afinal, vira monotonia.
Foi então que surgiu o máximo divisor comum,
frequentador de círculos concêntricos viciosos,
ofereceu-lhe,
a ela, uma grandeza absoluta e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, quociente percebeu que com ela não formava mais um todo, uma unidade.
Era o triângulo tanto chamado amoroso desse problema,
ele era a fração mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser moralidade,
como, aliás, em qualquer Sociedade ..."
Millôr Fernandes 


A origem do risquinho no 7
Até os dias de hoje, muita gente, quando escreve o número 7, ainda coloca um pequeno tracinho no número.
Oficialmente, este pequeno traço não existe, como dá para constatar, digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ou qualquer outro aparelho que possua teclado.
Vocês sabem a origem deste costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10 mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando à multidão, um por um.
Quando chegou no mandamento sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Um breve silêncio...
E a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Depoimento sobre Leitura e Escrita

 Ao final da aula de matemática, pedi aos alunos que fizessem um relato respondendo a pergunta:
O que você aprendeu na aula de hoje? 
Orientei para que escrevessem 4 à 5 linhas, com suas próprias palavras, poderiam também expor seus sentimentos e dificuldades encontrados sobre o assunto trabalhado na aula.
 Me surpreendi com os relatos, que me ajudou a perceber em cada aluno a sua principal dificuldade até mesmo na escrita, que muitas vezes durante a realização de cálculos e procedimentos matemáticos não conseguimos perceber essa defazagem de aprendizagem que prejudica muito o aluno, pois a escrita, leitura e interpretação é essencial em todos os ramos do saber.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Quem somos

Sou Gabriela Barbosa da Silva, formada em Licenciatura em Matemática pela UNESP de Presidente Prudente. Dou aula de Matemática para o 6º e 8º ano na Escola Estadual Ivo Liboni em Regente Feijó.









Sou Luciana Rizzo Kurunczi, sou professora de matemática formada pela UNESP em 2003. Leciono como professora efetiva em Taciba, na EE Cleófano Mota, este ano trabalho com os ¨6°, 7° e 8° anos de Matemática e tenho um 2° ano de Física











Sou Lilian Cristina Orlando Ricci, formada desde 1992 em Ciências Físicas e Biológicas. Aproximadamente 60% desse período dedicado ao Ensino da Matemática. Atualmente, dou aula de Matemática para o Ensino Fundamental na EE Lúcia Silva Assumpção, de Pirapozinho. 




Sou Ivani Felício Fernandes, professora da rede há mais de 20 anos e sou efetiva nos cargos de Ciências e de Matemática.  Adoro estudar e aprender cada vez mais para melhorar como profissional e como pessoa. Assim, vivo buscando novos desafios. Fiz uma pós em Gestão Escolar, um curso de Formação de Tutores e recentemente uma especialização em Avaliação do Ensino e da Aprendizagem. Já fiz váriossss cursos oferecidos pela SEE e atuei como coordenadora do Ensino Fundamental durante 3 anos.
Também sou formada em Música e sou tecladista na “Banda Andropausa” com mais 5 amigos cinquentões (quase todos professores da Rede), sou Regente voluntária de um Coral e trabalho no Ministério de Música da Igreja São Judas Tadeu, aqui em Presidente Prudente. Procuro dar sempre meu melhor em tudo o que faço.

Trabalho à parte, tenho 3 filhas lindas e maravilhosamente abençoadas. Adoro curtir meus amigos e amooo dançar e ir ao teatro. Quer me encontrar? Estou presente em     quase todas as atividades culturais da cidade, rsrs...

                                                  
Sou  LUCIANA MOREIRA MACHADO
Professora formada em licenciatura em Matemática  pela Unesp de Presidente Prudente em 1998, desde então lecionando na rede estadual.
Sou casada há quase 5 anos e mãe do Rafael  de 2 anos e  8 meses.
Atualmente trabalho na E.E. Prof Hugo Miele em Presidente Prudente. 

Melhor Gestão, Melhor Ensino

O curso “Melhor Gestão, Melhor Ensino” faz parte do programa Educação - Compromisso de São Paulo e tem como objetivo envolver cerca de 65 mil educadores da rede estadual paulista dos anos finais – 6º ao 9º ano – do Ensino Fundamental em uma série de ações voltadas para o aprimoramento  das competências  que beneficiará cerca de 1,7 milhão de alunos.
Fizemos quatro dias de curso presencial e agora as atividades são feita pela internet e a criação desde blog é uma das atividades propostas pelo curso.